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Autor de ‘Seja Foda’ define empreendedorismo: 'aprender a remunerar uma paixão'

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Caio Carneiro conseguiu o seu primeiro milhão aos 25 anos de idade

Caio Carneiro conseguiu o seu primeiro milhão aos 25 anos de idade

Fonte: Reprodução

Muitas pessoas pensam em abrir seu próprio negócio e empreender, mas pouco tem a coragem de se arriscar num mundo onde tudo depende apenas de seu esforço. Isso foi diferente com Caio Carneiro, autor do livro “Seja Foda”. Convidado do Morning Show desta terça-feira (21), o especialista em marketing de relacionamento incentivou a todos a buscarem seus sonhos e correrem todos os riscos para conseguir seu primeiro milhão.

Com 31 anos e milionário desde os 25, Carneiro usou todo o seu positivismo e oratória para mostrar que é possível ser vencedor no mundo do empreendedorismo. “Como faço para performar e correr atrás do primeiro milhão? Não tem jeito! Se você não for apaixonado e cair de cabeça. Quanta gente faz o que não gosta para agradar os pais ou parecer correto na sociedade?”, questiona.

Mas qual é o segredo do sucesso? Para o agora escritor, 80% dele está ligado com a luta interna que a pessoa tem todo dia. Os outros 20% são o trabalho em si. Ele explica que muitas pessoas têm ideias boas, mas não as colocam no papel.

“Eu acredito que 80% do sucesso é luta interna e 20% é o pão nosso de cada dia. Dentro da minha vida eu equilibro as áreas na palma da mão, o polegar é positividade. Tem gente que acha que o positivo é um bobo alegre, mas é quem busca a solução. É incrível quando você tem as metas no papel. Isso é clichê. As pessoas têm planos na cabeça mas não os colocam no papel. Tem que ter atitude, cara. Arrisca, sai um pouco da zona de conforto”, aponta.

Não se enganem, pois empreender não é sinônimo de ganhar milhões, mas sim aprender a remunerar uma paixão. É necessário gostar do que faz para se ter sucesso e tornar esse amor rentável. Caio diz que o dinheiro não o domina, pois trata as notas como suas servas. Para ele, grana é um amplificador de caráter. “Empreender não é ganhar milhões, é aprender a remunerar uma paixão. Empreender não é comprar uma ilha. Dinheiro é importante, mas ele é meu servo. É um amplificador de caráter. Quer testar alguém, dá poder para ele”, conclui.

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